Minha carreira solo
Autoprodução, com o mesmo critério de sempre.
Hoje aplico em mim tudo o que dirigi nos outros — sertanejo com essência, estética e verdade.
Voz e violão · gravados e produzidos por mim
O coração do trabalho
Direção real, escuta real, presença — seja no estúdio ou por chamada de vídeo. O que importa é a direção: ajudar cada artista a descobrir a própria identidade e fazer música com a própria verdade.
Direção de artistas · estúdio e chamada de vídeo
Algumas das músicas produzidas aqui
Antes e depois
O que chegou até mim, e o que saiu depois da produção. É o jeito mais honesto de mostrar o que a direção faz com uma música.
Músicas produzidas
O que os artistas falam do processo
São mensagens que chegaram no dia da entrega — o momento em que o artista escuta o que era só uma ideia.
"Parabéns novamente, irmão. Genial. Achei o produtor certo. Ficou comercial mesmo, cabe em qualquer lugar, a cara das rádios — tudo que eu sempre quis."
"Sem palavras para descrever o que acabamos de ouvir. Você nos surpreendeu com o arranjo todo finalizado — eterna gratidão pelo que você fez com a nossa composição."
"Você é muito talentoso, Thiago — obrigada por colocar cor nas minhas músicas. Não sei nem como te agradecer por tornar isso tão real."
"Juro que escorreu uma lágrima. A letra tem mais de 10 anos e começou a ganhar vida."
"A música tá forte, romântica e ao mesmo tempo comercial. Parabéns, Thiagão — você se garante mesmo."
"Agora que entendi o que você quis fazer no refrão. Sabe quando não parece que é você? E o melhor: é você mesma, do seu jeito."
Projetos fixos da casa
Nestes dois eu faço as duas pontas: produzo a música e conduzo a carreira. Eles são a estrutura fixa da empresa — não a minha agenda de clientes, que roda em paralelo ao longo do ano.
Toda relação minha com um artista começa no mesmo lugar: uma música. Produzindo é que eu entendo o conceito, a voz e o momento da carreira da pessoa — e é isso que faz a direção acertar o alvo.
As fases de uma produção
Produzir, pra mim, começa antes do primeiro take e termina com a música pronta para ser lançada. Toda música passa por estas cinco fases — o que muda de projeto para projeto é o peso de cada uma. E todas passam pela mesma direção: a minha.
A direção acontece por chamada, com você cantando e eu conduzindo em tempo real — foi assim que boa parte do que está aqui foi feito, de onde o artista estivesse. Quem estiver perto, no interior de São Paulo, a gente combina presencial.
Antes de gravar qualquer coisa: entender o projeto, o momento da carreira e a intenção. Escolha de repertório ou das composições, tom, referências e a direção que guia todo o resto.
É onde a música vira identidade: instrumentação, levada, dinâmica, os detalhes que ninguém nomeia mas todo mundo sente — o que entra e o que fica de fora.
Músicos de verdade onde faz diferença, com a produção conduzindo a sessão — no estúdio ou à distância, sem perder a direção.
A camada que mais muda o resultado final: interpretação, intenção, respiração, acento. O take certo não é o mais afinado — é o que carrega a emoção.
A música sai pronta para lançar, no padrão de um lançamento profissional — do jeito que ela vai soar nas plataformas.
Se você se identificou com esse jeito de trabalhar, me chama. A gente conversa sobre a sua música e sobre valores — sem mistério.
Conversar sobre a minha músicaA linha do tempo
Na pandemia, abri a Thiago Melo Music Production com guias para compositores. Foi minha escola: mais de 200 guias produzidos.
Produzi os lançamentos autorais da dupla e artistas de fora, online e presencial. Aqui aprofundei as duas coisas que sustentam tudo o que faço até hoje: dirigir pessoas musicalmente e entregar a música no padrão que eu exijo de mim — arranjo, gravação, mixagem e masterização. Foi também nessa época que assumi a outra ponta: conduzir a carreira dos projetos que produzo — desde a dupla, sou o empresário dos meus próprios projetos musicais.
Produzindo, eu via o mesmo padrão se repetir: música boa pronta e nenhuma carreira em volta dela. Comecei a ensinar por causa disso — mais de 20 artistas, um ciclo inteiro que me devolveu ao centro de tudo: o artista.
Mudou o modelo, não o ofício: produzo a minha obra e os projetos de quem caminha comigo, com direção do começo ao fim. E sempre cabe mais um — quando o projeto pede o que eu faço.