O mercado da música é cheio de talento e vazio de estrutura. A maioria dos artistas vive na informalidade, ganhando R$300, R$500 por show — não por falta de talento, mas por falta de visão de empresa — algo que ninguém nunca ensinou pra gente.
Eu vivi isso. O que mudou foi tratar a carreira como um negócio sério: processo comercial, posicionamento, proposta de valor. E saí da prateleira do "café barato" para vender experiências de R$5K, R$10K, R$15K — mesmo sendo um artista de pequeno porte.
É uma escolha — e ela está ao seu alcance.